Kovács

Como a nossa sociedade atual cala o luto, cabe aos profissionais engajados no processo de reumanização da morte abrir espaço para a expressão da dor e do sofrimento, numa atmosfera acolhedora, não compactuando com o silenciamento e o abafamento trazidos por uma sociedade que fala sobre ser forte, discreto e não incomodar. Um ouvido disponível tem melhor efeito do que calmantes. Maria Júlia Kovács

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