Andrea Coelho Vianna

Há dois anos perdi minha única filha, Bia, em um acidente. Ela estava com nove anos. Naquele momento, a dor era tão grande (algo incompreensível mesmo) que me vi num turbilhão de sentimentos sem saber o que fazer, pra onde correr, que remédio tomar para aplacar a dor. É como se um abismo se abrisse…

FERTILIZAR O VAZIO: evitando a angústia de fim de ano

“Cuidado para que os vossos corações não fiquem pesadospor causa dos excessos, da embriaguez e das preocupações da vida”.(Lc 21, 34) O fim de ano tende a ser compreendido como tempo de pressão e de pressa, levando ao cansaço crônico e ao estresse. Há cobranças por não se ter alcançado realizações, com o tempero ilusório…

Marina Fiuza

Ainda no velório, algumas pessoas se aproximaram dizendo que eu logo escrevería sobre a trágica morte do meu único irmão. Tais comentários me soavam completamente descabidos, tamanha era a minha convicção de que eu jamais, em hipótese e de maneira alguma, me submetería a reviver tamanha dor. Poucos dias depois me surpreendi formando frases mentalmente…

API na mídia

 Alkimin enfrenta a dor de perder um filho / UOL – Equilíbrio06/abr/2015 Audio Do luto á luta porJornal Tudo13/dez/2014  Há mais o quecelebrar em dezembroJornal Estado de Minas10/dez/2014 Luto: como lidarcom a morteRevista Em MinasNovembro/2013 Dor transformadaJornal Estado de Minas11/mar/2012 Encontros proporcionamapoio a perdas irreparáveisJornal MarcoOutubro/2011 Do Luto à LutaJornal do CRMMGSetembro/2009 Quando a dor…